Danniela Filipa (e o resto
pouco ou nada interessa). Todos me perguntam: o teu nome é com “nn”? Não! A
maneira correta de se escrever o meu nome é apenas com um “n”, mas eu uso com
dois (não sei porquê) há anos. É raro, alguém escrever apenas com um. Sabem que
não gosto, se bem que a diferença é pouca. E quando escrevem “Daniela”, eu “corrijo”
rapidamente o que na verdade está certo, mas enfim. Tentem entender.
Nasci em Portugal (a vinte
e dois, de agosto, de mil novecentos e noventa e cinco), sempre morei em Portugal
e devo morrer em Portugal, mas os meus escritos favoritos são brasileiros. Vivo
para a literatura. Dou-me bem com letras e horrivelmente com números. Adoro,
demais, escrever. E não consigo fazê-lo sem estar a escutar alguma música
calma. Escrevo sobre o que sinto no presente, sobre o que senti no passado e
pouco escrevo sobre o futuro. Quando a vida me corre bem, não consigo escrever
sobre o dia-a-dia. Não sei escrever sobre felicidade. Então, quando assim é, ou
invento, ou relembro situações (dores, perdas, maus momentos) que vivi no
passado. Escrevo praticamente todos os dias. E quase tudo o que escrevo,
publico por inteiro. Tenho várias páginas perdidas por aí, que nunca publiquei
em qualquer blog, e espero que, um dia, elas virem um livro. Escrever é uma necessidade. É uma espécie de amizade que eu criei com as letras.
“Todos os dias recebo
e-mails de pessoas que lêem meus textos e se identificam, e se emocionam e me
agradecem. É como se elas dissessem: que bom que você virou um símbolo de
loucura, assim eu posso ser normal.” – Tati Bernardi.
“Eu sou intensa. E vou
morrer assim. Por mais que eu tente puxar o freio de mão, as emoções me dominam
e pulam de dentro de mim desesperadamente. Por isso, sou a favor do amor, da
verdade, da vontade. Sinto ciúme, faço fofoca, falo palavrão e tenho dias
azedos. Sou quase normal e quase louca. Adoro viver, a ideia de um dia morrer
me assusta. E eu amo, amo demais. Tenho um amor imenso pelas pessoas que são
importantes na minha vida. Hoje, consigo separar e saber quem é meu amigo, quem
é colega, quem é conhecido. Apesar disso, convivo bem com todos.” – Clarissa Corrêa.
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